1.a Semana de Humanidades: Cidadania no foco dos debates

Com a ideia de integrar as disciplinas de Humanas e conversar sobre cidadania, o Colégio foi palco para as reflexões trazidas na 1.a Semana de Humanidades. Foram cinco dias de encontros que promoveram debates e discussões.

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jovens empreendedores sociais

A Semana de Humanidades reuniu: uma conversa com jovens empreendedores sociais brasileiros que estudaram no Estados Unidos, um diálogo com refugiados da Síria e do Congo, uma atividade participativa para refletir sobre direitos humanos, uma palestra do crítico Rubens Ewald Filho para discutir a cena atual do cinema e um debate com a promotora Nathalie Malveiro, a respeito do filme “O Silêncio do Céu”.

refugiados do Congo e da Síria

refugiados do Congo e da Síria

O evento, organizado em conjunto pelos Departamentos de Geografia, História, Língua Portuguesa, Artes, Língua Inglesa e Língua Espanhola, teve como principal objetivo integrar as disciplinas, enriquecendo as reflexões. “Todos precisamos  conhecer o significado de cidadania no Brasil. É preciso criar um aluno crítico que saiba dos seus direitos”, explicou Ana Cíntia Albuquerque, Coordenadora de História.

atividade participativa para refletir sobre direitos humanos

refletindo sobre direitos humanos

A Coordenadora de Geografia, Márcia Abdo, contou que a semana proporcionou encontros que sensibilizaram e mobilizaram os alunos acerca de assuntos importantes da atualidade. “Temos que conversar sobre esses temas de uma forma generosa, respeitando as diferentes opiniões”, disse ela.

crítico Rubens Ewald Filho

crítico Rubens Ewald Filho

Rebecca Darakjian, aluna da 3.a série do Ensino Médio, destaca a necessidade de encontros como os que foram trazidos pela Semana de Humanidades. “Gostaria que o evento se repetisse nos próximos anos trazendo novos assuntos. Para mim, a lição que ficou foi a de respeitar o próximo”, contou a aluna.

promotora Nathalie Malveiro

promotora Nathalie Malveiro

Durante seus cinco dias, a Semana de Humanidades com grande adesão por parte dos alunos que lotaram a maior parte dos encontros. “Os alunos receberam muito bem. Isso mostra a importância de ter esse espaço dentro da escola”, concluiu a Coordenadora Ana Cíntia.

Band no Harvard Model Congress Latin America

Em uma oportunidade de argumentar em inglês e simular as relações governamentais, alunos da 2.a série do Ensino Médio participaram do Harvard Model Congress Latin America (HMCLA). O evento, que ocorreu no Centro Universitário Belas Artes, contou com a participação de escolas do Brasil e Honduras. Os alunos foram acompanhados pelas professoras do MONU-EM Regina Mara Fonseca, de Geografia, e Marina Consolmagno, de História.

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Em sua 4.a edição, o HMCLA trouxe simulações de governos, congressos e conferências onde os alunos representaram países da América Latina ou pessoas como ministros, juízes, deputados e senadores. Dessa forma, os alunos puderam compreender, na prática, as grandes questões do mundo atual, as posições de cada país, os limites das negociações e a hierarquia de poderes.

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“Foi uma experiência incrível. Tivemos discussões muito interessantes e produtivas. Estávamos lidando com problemas reais que afetam o mundo em que vivemos e pudemos observá-los de várias perspectivas diferentes” explicou a aluna Maria Paula Carbone, da 2.a série do Ensino Médio, que recebeu uma menção honrosa por sua participação representando Cuba na Conferência do Conselho Econômico Para América Latina e o Caribe.

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Como todos os debates eram realizados em inglês, um dos grandes ganhos foi a oportunidade de usar a língua estrangeira em um contexto real. “Acho que os alunos tiveram a chance não apenas de argumentar, mas também de pensar em inglês, já que essa é a língua usada na diplomacia internacional”, completou Regina Mara.

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O evento foi organizado por alunos da Harvard University que estiveram presentes como mediadores das negociações. “Os nossos alunos tiveram um ganho enorme no contato com os estudantes de Harvard que contaram muito de suas experiências e permitiram que os alunos refletissem sobre suas vidas escolares”, concluiu a professora Marina.

Fórum FAAP: o mundo é aqui

Discutir o mundo sem sair de São Paulo. Imersos no universo do Fórum FAAP, oito alunos tiveram a oportunidade de discutir política, fazer amizades e superar a timidez. A ideia do evento é reunir estudantes de 46 escolas para, em simulações de conferências internacionais, discutir assuntos globais. Essa foi a 13.a vez que o Band participou do evento e, nesta edição, os alunos representaram a Venezuela e a Áustria.

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Falar em público, articular argumentos, trabalhar em grupo e fazer negociações foram algumas das habilidades exigidas pelo Fórum. Ao desenvolvê-las, os alunos aprendem a fazer política. “Este ano o maior destaque foi a forma como muitos alunos superaram a timidez e, por isso, também amadureceram”, ressaltou a Professora de Geografia, Regina Mara.

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A integração entre adolescentes de diferentes escolas e lugares proporcionou um intercâmbio de conhecimentos além da criação de novas amizades, já que todos ali tinham um interesse em comum: a diplomacia.

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Há no Colégio um modelo próprio de simulação da ONU, o MONU-EM, coordenado pelas professoras Regina Mara Fonseca, de Geografia, e Marina Consolmagno, de História. A simulação do primeiro semestre, por exemplo, envolveu 36 alunos do 1.o ano do Ensino Médio que discutiram sobre o uso de tecnologia militar e os direitos humanos nas atuais guerras. “Por causa dos conhecimentos de diplomacia que o MONU-EM proporciona, os alunos são sempre importantes nas conferências do Fórum” concluiu Regina Mara.

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“Participar dessas simulações é sempre divertido e ao mesmo tempo bom para treinar como falar em público, negociar, discutir ideias. É bom ter versatilidade para lidar com temas diversos em qualquer momento”, disse o aluno João Gado, da 3.a série do Ensino Médio, que participou pela segunda vez do Fórum e pela quarta vez da simulação do MONU-EM.

Band participa de Fórum da UNESCO na Arábia Saudita

A professora de Geografia e CPG, e responsável do MONU-EM, Regina Mara Fonseca, viajou até a Arábia Saudita (Riade), representando o Band no sétimo Fórum Internacional de ONGS da UNESCO. O evento teve como objetivo debater a juventude e seu impacto social e contou com a presença de 400 organizações de 70 países somando mais de 2.000 participantes, além de personalidades notáveis como Jimmy Wales, fundador da Wikipédia. A UNESCO é uma agência da ONU (Organização das Nações Unidas) especializada em cultura, educação e ciência.

Prof.a Regina Mara (centro)

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O Fórum discutiu as habilidades e competências que o jovem precisa desenvolver para acompanhar um mundo que está em constantes mudanças. Assim, foram abordadas a criatividade para lidar com diferentes situações, a positividade para lidar com a frustração, a aceitação do erro e a empatia para se solidarizar com o outro e, assim, tornar-se mais tolerante.

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Além disso, foi debatida a importância da comunicação entre os jovens, já que é necessário saber se expressar e debater num mundo globalizado. Tal habilidade já é trabalhada no Band com os projetos Idade Mídia (Oficina de Mídias), MONU-EM, nas aulas de STEAM e CPG.

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“O Fórum foi uma experiência muito enriquecedora já que, além do contato com pessoas de diversas nacionalidades, também refletimos muito sobre a necessidade de mudanças na educação mundial. Muitas delas caminham na mesma direção que as transformações que estão ocorrendo no Bandeirantes já que estas pretendem desenvolver habilidades que possam preparar melhor o jovem para o mundo que o espera”, contou a Professora Regina Mara Fonseca.

Alunos são destaque no Harvard Model United Nations 2017

De 26 a 29 de janeiro, cerca de três mil alunos de todo o mundo participaram do Harvard Model United Nations 2017 (HMUN 2017).

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O evento ocorre anualmente e tem como objetivo simular as conferências da ONU e, dessa forma, desenvolver soluções para problemas mundiais que estão em pauta.

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Além do Band, apenas seis outras escolas brasileiras participaram da Sexagésima Quarta Sessão do HMUN. “A participação em acontecimentos como este são de extrema importância para os alunos, uma vez que se desenvolvem habilidades de oratória, negociação e pesquisa, por exemplo”, pontuou a professora de Geografia e coordenadora do MONU-EM , Regina Mara Fonseca.

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O HMUN oferece a possibilidade de o aluno realizar uma aplicação para representar um país ou uma das “Agências Especializadas”. O processo para compor a mesa das Agências exige mais tempo dos alunos e uma maior qualificação.

Adriano Adoni (3E1), Caio Xavier (3H1), João Costa (3H1), Giulia Smith (3H1) e Isabela Cosin (3H2) foram aceitos para interpretarem algumas das agências especializadas.

Representando o conselho ministerial da Grécia, Adriano e Caio estudaram a crise que atinge o território grego e apresentaram soluções para reverter a situação dos refugiados e a instabilidade econômica.

Giulia e Isabela discutiram a respeito de ações humanitárias das ONGs em caso de crise, guerras ou tragédias. As alunas faziam parte de uma ONG evangélica e, nesta simulação, apresentaram argumentos para que pudessem atuar em um país essencialmente islâmico.

João participou de um comitê histórico que simulava o Conselho popular dos comissários da Rússia no começo do século XX. O aluno representou a figura de Trotsky durante o Politiburo e, por votação dos representantes do comitê, foi eleito um dos melhores delegados, recebendo um certificado da universidade.

“Acho importante ressaltar o reconhecimento dos mediadores dos comitês, pois não foram poupados elogios pela boa atuação dos nossos alunos. Fiquei extremamente orgulhosa ”, finalizou a Regina Mara.

Conferências internacionais encerram o projeto ICONS

O ICONS (International Comunication and Negotiations Simulations), é um curso direcionado para as 2.as séries de Humanas. Estas simulações de conferências internacionais são coordenadas pela Universidade de Maryland (EUA) e contam com a participação de vários países, sendo o Bandeirantes o único representante brasileiro.

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O projeto promove simulações para debater grandes questões internacionais. A partir desta pedagogia de resolução de problemas, os estudantes desenvolvem as habilidades de pesquisa, trabalho em equipe,exposição de ideias e desenvolvimento de propostas de intervenção, competências muito importantes para que se atinja sucesso no mercado de trabalho.

Orientados pela professora Fernanda Zuquim, os alunos se prepararam para as conferências que ocorreram nos meses de outubro e novembro, na qual, questões de Direitos Humanos, Segurança Internacional e Desenvolvimento Sustentável foram abordadas.

Cada grupo de alunos representa um determinado país e, para que se promova o maior entendimento e engajamento dos participantes, a simulação ocorre em três fases: correspondência diária para os países negociarem, negociação de propostas e conferência em tempo real.

“O Band faz parte deste projeto há vinte e dois anos, contudo esta foi a primeira vez que um aluno foi o mediador da conferência. Fiquei extremamente orgulhosa dos alunos João Costa e Maria Pereira, uma vez que demonstraram domínio completo da Língua Inglesa e, portanto, desempenharam esta tarefa com uma proeminência ímparÉ importante ressaltar também que, a partir do ano que vem, todos os alunos do segundo ano poderão participar do ICONS. ”, finalizou Fernanda.

Eclésia fecha o ano de Cidadania

Para encerrar o curso de cidadania dos segundos anos de Humanas, os alunos participaram de uma Eclésia. No encontro foram discutidas algumas das questões políticas e sociais em evidência no Brasil.

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Durante o curso do Cidadania, os alunos realizam atividades que estimulam a reflexão sobre diretos e deveres dos cidadãos. A partir destes trabalhos, os estudantes se aprofundam no tema que será apresentado por eles no dia da Eclésia.

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Redução do foro privilegiado, legalização do aborto, violência contra a mulher, descriminalização da maconha e investimentos na saúde, educação e mobilidade urbana, foram apenas algumas das discussões sobre assuntos de maior importância no cenário brasileiro atual.

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“A Eclésia foi novamente um sucesso. As constantes intervenções do público com perguntas e comentários sobre os assuntos levantados enriqueceram muito o debate dos temas abordados. Além disso, é preciso destacar a postura extremamente madura dos alunos para discutirem questões tão delicadas ”, destacou a professora de História, Marina Consolmagno.

Idade Mídia realiza oficina de animação

image_1Alunos e educadores do curso Idade Mídia participaram de uma oficina de animação na Fundação Armando Alves Penteado (FAAP). O curso, extracurricular, proporciona aos alunos uma vivência no universo da comunicação como uma habilidade essencial para a vida neste século.

O grupo se dividiu entre quem trabalharia com animação em massinha (Stop Motion) ou desenho. O coordenador do curso de Animação da FAAP, Eliseu de Souza Lopes Filho, forneceu explicações sobre as tarefas que deveriam desempenhar, e então, todos foram ao trabalho.

“Muitos não fazem ideia de como a animação funciona, Dessa forma, procuramos image_2apresenta-la pelo ponto de vista da realização, não apenas assistindo, de forma passiva”, pontuou o Coordenador.

Depois de finalizados os desenhos e modelagens, os estudantes utilizaram equipamentos básicos, como softwares caseiros, webcams e computadores simples, para animarem seus projetos.

“Foi interessante vê-los realizarem atividades dinâmicas e envolventes. Ao final, os resultados dos trabalhos que idealizaram e criaram foram maravilhosos. ”, comentou Marina Consolmagno, uma das professoras responsáveis pelo Idade Mídia.

“Foi curioso, na minha opinião, ver e aprender como as animações são feitas desde a criação do tema até o produto final. Além disso, o processo foi feito de uma forma divertida e interativa! “, finalizou a aluna Denise Miho, do segundo ano.

Idade Mídia recebe grupo “Pipocando”

Os alunos do Idade Mídia receberam o youtuber Rolandinho, do canal Pipocando. A conversa, muito bem humorada, trouxe a todos informações novas e interessantes sobre o mundo da comunicação no dias de hoje. O canal “Pipocando” é uma das maiores audiências da internet no Brasil.

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O papo começou com Rolandinho contando um pouco sobre sua trajetória e, logo após, o espaço foi aberto para que se fizessem perguntas a ele.

Renato Hojda, aluno formado em 2015, hoje estudante de Cinema e estagiário do Idade Mídia, foi o mediador deste encontro. “Eu já assistia ao Pipocando, mas na faculdade percebi que era absurda a quantidade de gente que gostava do canal. Também já sabia que a qualidade do Pipocando era alta e que eles manjavam muito de comunicação; eles têm um produtora própria com vários funcionários e produzem um vídeo por dia”.

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Para Renato, o que mais o entusiasmou no encontro  foi ouvir os debates sobre assuntos trazidos pelos alunos. “Agregou muito em conhecimento. Com certeza foi a aula que causou mais bagunça no final, já que, mesmo quem não conhecia, virou fã; tiraram fotos e pediram autógrafos”, contou.

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“O objetivo do Idade Mídia é aproximar os alunos do mundo da comunicação por meio uma trilha que passa por estudo, bate-papo, vivências e a realização de um curta metragem. Encontros como esse trazem o que mais de contemporâneo existe em termos de comunicação”, explicou o jornalista e professor Alexandre Sayad.

Idade Mídia faz a cobertura da Bett Educar

Os alunos do Idade Mídia, oferecido para a 2.a série, realizaram a cobertura jornalística da Bett, a maior Feira de Educação e Tecnologia da América Latina. Durante os quatro dias de evento, eles foram responsáveis por produzir conteúdo para as mídias sociais da Feira sob o olhar do estudante.

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Como imprensa oficial jovem da exibição -a #Bettnanet-, os alunos puderam percorrer os stands da Feira e criar pautas para serem lançadas tanto no Site, quanto no Twitter e Facebook da Bett. Eles também criaram um Instagram e um Snapchat para complementar a cobertura do evento. Para a preparação, os alunos ainda visitaram o escritório da Bett para uma formação especial de repórteres da Feira.

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“Os alunos tiveram total liberdade para criar o que quisessem, com total independência jornalística; o objetivo era que eles refletissem sobre educação”, destacou o jornalista e mentor do Idade Mídia, Alexandre Sayad.“Uma habilidade que eles desenvolveram lá foi curadoria de informações. A Feira é gigante; eles tiveram que olhar para tudo e pensar: O que disso aqui é importante?”, completou.

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“A experiência foi incrível. Nunca imaginei que fosse participar de um evento assim. Definitivamente ultrapassou minhas expectativas, não só por ter vivenciado uma situação que eu tinha muita curiosidade de saber como era, mas também por ter trazido experiências valiosas para o futuro projeto do Idade Mídia”, concluiu a aluna Isabela Sobrosa.