Roteirista da TV Globo realiza oficina no Idade Mídia

Na sexta-feira (dia 14 de agosto), o grupo Idade Mídia recebeu a aclamada roteirista de televisão e cinema Laine Milan. Ela faz parte da série de oficinas que o projeto oferece durante o ano. A turma de estudantes do o Idade Mídia estão em fase de produção de um filme, de roteiro original, que deve ser lançado em novembro.

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Com uma trajetória inspiradora e de sucesso, que reúne experiência em vários campos (a maioria deles relacionados ao cinema), hoje em dia Laine trabalha principalmente como roteirista na elaboração de series para  a televisão.

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Ela teve o cuidado de desenhar uma atividade montada exclusivamente ao Idade Mídia; foi um privilégio para nós”, disse o jornalista Alexandre Sayad, um dos coordenadores do Idade Mídia.

Após explicações de termos básicos usados por roteiristas, Laine começou a bombardear o grupo com perguntas simples, mas desestabilizadoras, que acabariam por guiar não só ela como o grupo ao entendimento e consolidação da história.

O curta-metragem do grupo, que será lançado no final do ano, tem como centro um bartender, que em um momento de alucinação vê cenas que refletem a sua própria vida a partir de outros personagens que visitam seu bar.

O grupo logo percebeu que havia diversas questões a serem respondidas antes da formulação da história, tais como: como será essa pessoa? Azedo, amargurado, depressivo, rancoroso ou  simpático e alegre? E que histórias necessariamente representam a sua vida? Qual é o conflito que ele vive e que será contado no filme? O que leva ele a refletir sua vida? Como as cenas de sua vida serão representadas?

Fazer um curta não parecia ser tão complicado: uma câmera, alguns atores, uma história legal, uma tarde e boa vontade pareciam bastar. Laine nos deu uma ideia de quão complexa será essa trajetória, ao mesmo tempo em que nos mostrou como motivadora e incitante será”, contou a estudante Alexia Finkelstein.

“O roteiro se compara ao encanamento de uma casa”, repetia Laine, citando sua amiga Chris Riera, que dedicou parte da sua carreira na conhecida produtora O2. Durante o encontro, as bases da construção da casa foram erguidas; a lousa acabou cheia de orientações. Agora temos o começo de uma história e os olhos dos integrantes do grupo ficaram brilhando mais ainda”, finalizou a estudante Natália Duarte.

Por: Alexia Finkelstein e Natália Duarte, do Idade Mídia

Publisher da editora Aleph no Idade Mídia

O Idade Mídia recebeu o publisher da editora Aleph, Adriano Fromer. Simpático e muito experiente na área, Adriano veio compartilhar com o grupo suas experiências na área de publicações, além de falar sobre temas importantes como o do e-book, cultura geek e ficção científica. Ele trouxe mais uma abordagem sobre mídia para o grupo de alunos que participa do Idade Mídia e produzirá um produto de comunicação até o final do ano.

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Entre inúmeras recomendações de livros e séries, o publisher contou sobre a trajetória da editora Aleph, fundada por seus pais. Há 10 anos, quando o mercado de ficção científica não aparentava dar retorno no Brasil, a editora decidiu investir nele. “Inovar é o maior risco não só de uma editor, mas de qualquer empresa. Se, por um lado, é necessário se diferenciar dos concorrentes e fazer algo que ninguém ainda fez, por outro, é importante assegurar certo lucro”, conta o convidado. E foi por isso mesmo que sua editora manteve uma linha tradicional de turismo enquanto criava um mercado para a ficção científica.

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A Aleph, porém, não teve tanta dificuldade em ingressar nesse mercado ainda pouco explorado, e a migração entre a linha de turismo e a ficção científica foi mais rápida do que o esperado. Isso porque a “sacada” de lançar livros da ficção científica que estavam a muito tempo esgotados no Brasil, como “2001, Uma Odisseia no Espaço” ou “Neuromancer” – o livro que deu origem a Matrix – garantiu à editora um primeiro período sem concorrência. Além da ficção científica, a Aleph também investee m clásisco da inovação e educação como “Cultura da Convergência”, de Henry Jenkins, e o próprio livro “Idade Mídia”, do jornalista Alexandre Le Voci Sayad.

A editora Aleph, que agora está focando em lançar clássicos da ficção científica, até hoje surpreende com a quantidade enorme de escritores renomados que já trabalharam com ela. “E somos apenas uma empresa de médio porte!”, lembra Adriano.

Não podemos esquecer, contudo de uma grande marca dos livros publicados pela Aleph: suas capas. O publisher garantiu que tem um cuidado especial em sempre manter uma boa aparência para elas. Na época dos e-books, com seus menores preços e praticidade de obtê-los, muitos só compram um livro que julgam bonito para colocar na estante. “O que diferencia os livros físicos em relação aos e-books é o chamado “fetiche dos livros”. É por isso mesmo que devemos ter uma preocupação especial com sua aparência”, afirmou Adriano. Mesmo no processo de publicação do livro, a edição e projeto gráfica da capa têm importância equiparável. Por isso, a Aleph aposta em artistas renomados para desenvolve-la.

Adriano ainda nos deu dicas sobre como publicar um livro. Ao contrário do que muitos pensam, não é só enviar um exemplar do livro para várias editoras: é preciso provar para elas que sua história irá vender. Fazer uma pré-venda no Catarse, ou ainda se lançar na Amazon, em um blog ou em sites como Smashbox podem ser bons caminhos para isso.

A respeito da carreira de publisher, Adriano explicou que não só recebe novos livros como também busca ficções científicas no exterior, para posteriormente traduzir. Após identificar as obras com que irá trabalhar, coordena o processo de revisão, tradução, projeção gráfica da capa, distribuição do livro e renegociação dos contratos, que garantem sete anos de monopólio da editora para exploração de um livro.

Adriano garantiu ainda que ama seu trabalho, e como amante da literatura geek deixou ao grupo algumas recomendações. Confira a lista de títulos  de livros e filmes sugeridos a seguir:

Walter Miller Jr.: Um Cântico para Leigowitz
Arthur C. Clarke: O fim da infância
lWilliam Gibson: Neuromancer
Filme Blade Runner (ciber punk)
Isaac Asimov (melhor autor de ficção científica de acordo com Adriano)
Duna – Frank Herbert(o livro é muito melhor que o filme!)
Arthur C. Clarke: 2001 Uma odisseia no espaço
John Boyne: O palácio de inverno; sobre Rev. Russa.
Ursula K. Le Gin: A mão esquerda da escuridão
Jorge Luis Borges: O Alep

Por Alexia Filkestein, do Idade Mídia

Alunos participam de simulações da ONU

Alunos do Ensino Médio participaram de diferentes simulações da ONU (Organização das Nações Unidas). No final do mês de maio, estudantes da 1.a série realizaram a conferência de encerramento do MONU-EM (Modelo das Nações Unidas para o Ensino Médio) e no feriado de Corpus Christ, alunos da 2.a e 3.a séries participaram do Fórum Faap de Discussão Estudantil, acompanhados pelas professoras Regina Mara e Marina Consolmagno.

Forum FAAP

Fórum FAAP

O MONU-EM é uma atividade realizada no Colégio há 15 anos, uma vez por semestre. Durante o curso, os alunos aprendem como funcionam os orgãos da ONU, realizam debates e são ensinados a redigir documentos de posição, para, no encerramento do projeto, participarem de um dia de conferência que simula uma entidade das Nações Unidas.

MONU-EM

MONU-EM

Este ano, o tema da simulação final foi “Medidas de Contenção do Terrorismo no Boko Haram”. Os estudantes tiveram a oportunidade de debater e criar um documento de resolução para o problema ao final do dia. “ O tema é muito interessante, por ser bem atual. Eles gostam de ver isso e foram muito práticos para discutir a questão”, afirmou Regina Mara, coordenadora do projeto.

Já o Fórum FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado) de Discussão Estudantil reúnes colégios de diversos estados do país para simular diferentes comitês da ONU. “A experiência de modelar com outras escolas, discutir política, argumentar, conhecer pessoas novas é enriquecedora. Eles terminam o feriado cansados mas contentes”, finalizou a professora.

Foram 15 alunos representar o Bandeirantes no Fórum como delegados do Chade e Bélgica em 7 comitês diferentes, como a Assembleia Geral da ONU e o Conselho de Segurança das Nações Unidas. Além disso, o Colégio teve representação na Ong IPEN (International POPS Elimination) no Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento e no Comitê de Imprensa, como Folha de São Paulo.

“Foi gratificante. É bom se reunir com pessoas de mesmos interesses e as discussões ajudam a expandir a visão de mundo”, declarou Laura Cubillas, da 2.a série. Ela ganhou uma menção honrosa como delegada da Bélgica no Conselho Europeu.

Inscrições para o MONU-EM do segundo semestre começam na primeira semana de julho na sala virtual.

ICONS fecha ano com conferências internacionais

O ICONS (International Comunication and Negotiations Simulations), curso direcionado para as 2.as séries de Humanas, realizou simulações de conferências internacionais nas últimas semanas. A atividade é organizada pela Universidade de Maryland e conta com a participação de vários países, sendo o Band o único representante brasileiro.

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Durante o ano, os alunos se preparam intensivamente para estas conferências, elaborando propostas específicas em três categorias: Controle de Armamento, Democratização e Direitos Humanos e, por fim, Desenvolvimento Sustentável. Cada grupo, por sua vez, assume o papel de um país; entre eles Brasil, China e Rússia. Neste ano, o interesse por Direitos Humanos cresceu segundo a professora orientadora Fernanda Zuquim.

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As conferências são realizadas em tempo real e são mediadas pelos próprios professores orientadores do curso. Este ano o ICONS contou com novidades: ferramentas como o Facebook e mensagens por meio do aplicativo WhatsApp foram utilizadas para a organização dos grupos.

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Os docentes ressaltaram a qualidade das propostas apresentadas e das negociações feitas pelos alunos. “O maior ganho é o aluno trabalhar em equipe e com opiniões diversas. Dessa forma aprende a ouvir, aprender e lidar com outras culturas”, contou Fernanda Zuquim. “Além disso, eles desenvolvem raciocínio estratégico com base na problematização das questões apresentadas”, acrescentou.

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A aluna Vitoria Lessa contou que a experiência no ICONS foi bem agitada e dinâmica devido aos messes de preparação para a simulação. “Eu sempre me interessei muito por diplomacia, por isso eu achei o curso muito interessante, especialmente a parte de pesquisar e aprender mais sobre outros países e sobre política e economia internacional”, explicou.

Acompanhe agora a Eclésia 2014

Confira a transmissão ao vivo clicando aqui.

Os professores do Programa Cidadania convidam a todos para assistirem à Eclésia, evento de encerramento das atividades do Curso Cidadania que envolve todos os alunos dos 2.os Anos de Humanas.

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Serão discutidas questões referentes aos seguintes Eixos Temáticos:

Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente
Educação, Esporte e Cultura
Questões Políticas
Questões Sociais

 

Band participa de Harvard Model Congress

Alunos da 2.a série do Ensino Médio, acompanhados das professoras Regina Mara, de Geografia, e Sandra Braid, de Língua Inglesa, participaram do Harvard Model Congress Latin America, fórum que simula conferências internacionais. Este tipo de modelo de Harvard esteve pela primeira vez na América Latina e reuniu representantes do Brasil, México e Argentina.

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Seis alunos, ligados ao projeto MONU-EM, participaram desta edição, que aconteceu no Centro Universitário Belas Artes. Diferente do curso extracurricular, os assuntos abordados durante o congresso foram sobre práticas parlamentares. “Foram tratados conteúdos muito diferentes como por exemplo a Reforma Previdenciária nos EUA, o contra-terrorismo e as políticas LGBTs”, explicou Regina Mara.

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“O maior ganho em participar é aprender a enxergar o ponto de vista do outro e também defendê-lo. Uma vez que não escolhemos os países que representamos, podemos acabar tendo que defender uma posição da qual discordamos”, contou a aluna Isabela Baptista, que foi premiada por ser a Melhor Delegada.

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Durante os quatro dias do evento, eles puderam participar tanto dos fóruns, em que defendiam as delegações, quanto de palestras. “Os alunos participaram de uma intensa imersão. Eles tiveram de realmente mergulhar nas informações”, contou a professora de Geografia. “O convívio com os alunos de Harvard foi muito interessante, eles serviram de inspiração”, acrescentou.

Milton Jung visita Idade Mídia

Por Giovanna Fabbri, do Idade Mídia

Na sexta-feira, dia  8 de agosto, o curso Idade Mídia recebeu o importante jornalista e radialista da CBN Milton Jung. Atuante na profissão há exatamente 30 anos, Milton encantou a turma ao contar sobre suas experiências profissionais, além de dar uma aula sobre como a comunicação e o direito a ela são importantes para uma sociedade democrática.

Apaixonado pela profissão e preocupado com a atenção dos jovens ao universo jornalístico, Milton brincou “tenho que conversar com quem está no sentado no banco de trás do carro; caso contrário a rádio pode até acabar”. Para ele, as diferentes plataformas de informação até podem ter ciclos de vida, mas o não o Jornalismo em si.

A turma do Idade Mídia de 2014 está produzindo um documentário, após vivenciar um pouco do universo da comunicação. Como dica, Jung deixou a importância na responsabilidade da comunicação e da informação responsável. Orientou também que é preciso atuar, seja ele no ramo que for, visando à cidadania e agindo de acordo como um cidadão para que as repostas do trabalho, e da sociedade, se revelem positivas.

Para os amantes e, quem sabe, futuros radialistas, ele disse acreditar que a rádio, junto da Internet, é a plataforma de comunicação que mais cresce quanto ao público nestes últimos anos. Afirmou também que graças ao e-mail, redes sociais e plataformas online, a rádio pode se democratizar ainda mais, ou seja, de alcançar os mais diversos públicos, inclusive o de jovens.  “Inventei a expressão ‘ouvintes internautas’”, disse Milton, retomando a ideia de que a maioria dos ouvintes acompanha a rádio também pela internet.

O radialista recomendou também, não só para aqueles desejam entrar no mundo da Comunicação, que é preciso, acima de tudo, escutar. Ouvir para poder ser ouvido, em qualquer situação ou circunstância da vida.

A conversa, além de render inúmeras risadas, serviu de estímulo para um trabalho árduo na elaboração do produto final do ano e para uma escolha profissional assertiva.

Alunos participam de conferência do MONU-EM

Colocando em prática os assuntos estudados no curso extracurricular MONU-EM, os alunos da 1.a série do Ensino Médio participaram da 27.a conferência de simulação da ONU de toda a história do projeto. Nestes encontros, que acontecem no Band, cada dupla de alunos representa uma delegação como se estivessem em uma reunião da ONU, utilizando as teorias de oratória aprendidas ao longo do curso.

Além de temas já pautados nos encontros anteriores, pela primeira vez foi abordado a questão da escravidão moderna. Segundo a coordenadora do projeto, Prof.a Regina Mara, isto fez com que os alunos percebessem a dimensão do problema e como este está relacionado ao seu cotidiano.

“O MONU-EM me ajudou a escolher sobre a carreira a seguir. No início do ano eu já me interessava pela área de Política e Relações Exteriores, mas não sabia ao certo como era atuar nessa área; o curso fez com que eu entendesse melhor como funciona o mundo diplomático, fazendo com que eu me apaixonasse pela profissão”, comentou o aluno Leonardo Racy.

A conferência exige prontidão e autonomia na mediação das negociações durante a reunião. “O aluno é protagonista. O curso é muito importante porque na sala de aula não tem espaço, nem tempo para desenvolver certas habilidades do estudante, por isso o MONU-EM funciona como algo complementar à sala de aula”, explicou Regina Mara.

Atores lotam sala para debate

Por Rafael Reis, do Idade Midia

Na sexta-feira (9/5), o Band recebeu de sala cheia a visita dos atores Ghilherme Lobo e Fábio Audi, estrelas do longa-metragem “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, de Daniel Ribeiro, vencedor do Teddy Bear (melhor filme pela crítica no Festival de Berlim). O filme conta a história de um adolescente cego que busca sua independência, uma vez que é superprotegido por sua família. No meio da jornada, Léo (Ghilherme Lobo) se apaixona pelo recém chegado na escola, Gabriel (Fábio Audi), que mostra ao garoto um “mundo novo”, levando-o a andar de bicicleta e fazer outras atividades comuns ao cotidiano de um adolescente sem deficiência visual.

O debate sobre o filme a princípio aconteceria somente com os alunos do curso Idade Mídia, que ocorre durante as sextas à tarde. Porém, por conta da popularidade do filme e graças à parceria do curso com o Cultural mais 30 alunos puderam assistir à palestra. Os atores responderam às mais variadas questões por parte dos alunos, debatendo, principalmente, sobre os temas retratados no filme, dentre eles, o descobrimento de um primeiro amor, a relação da sociedade com a deficiência, a recepção do filme na comunidade LGBT, a resposta de comunidades mais conservadoras, a experiência de gravar um longa-metragem, e as diferenças entre o cinema e o teatro.

Impulsionados pelas perguntas levantadas pelos estudantes, ambos mencionaram suas inspirações e técnicas para entrar na personagem, e o que aprenderam ao estrelar um filme sobre um adolescente cego. Após a palestra, Ghilherme e Fábio estenderam seu tempo para tirar fotos e dúvidas pessoais.

Os dois atores deixaram bem claro, durante a palestra, que se sentem orgulhosos do trabalho que fizeram. Finalizaram a entrevista de modo a satisfazer todos que compareceram, e não foram embora antes de deixar uma valiosa lição. “Entre em acordo com você mesmo, e persiga aquilo que te faz feliz, mesmo sabendo que vai ter que ralar pra isso. Não vai ser fácil, mas valerá a pena.”, aconselhou Ghilherme Lobo, sobre o futuro pós-escola questionado pelos alunos.

Band no Fórum FAAP 2014

Alunos da 2.a e 3.a séries do Ensino Médio participaram do Fórum FAAP 2014, que promove a discussão entre estudantes de cerca de 40 instituições de ensino sobre temas globais por meio de simulações de conferências internacionais. Durante os quatro dias de evento, os alunos do Band foram representantes em debates de temas como refugiados palestinos, segurança cibernética e a Copa do Mundo de 2022 (no Qatar).

“Desde que fiz MONU-EM [curso extracurricular que simula conferências da ONU], participo de outras simulações sempre que possível e percebo que, em cada uma delas, o aprendizado e as experiências que adquiro são enormes”, comentou Beatriz Bechelli, aluna do 3.o ano, que participou pela segunda vez no Fórum FAAP.

Nesta experiência, os alunos podem desenvolver habilidades de oratória, argumentação, negociação e trabalho em equipe. “Eles mergulham no mundo da realidade global, onde debatem e vivem a política internacional”, explicou Regina Mara, coordenadora do projeto MONU-EM.

É o 10.o ano que o Bandeirantes participa desta troca de experiências tanto entre alunos quanto em professores na FAAP. “É muito enriquecedor porque o aluno aprende a se posicionar e a defender seu ponto de vista e, além de tudo, a ouvir”, finalizou a coordenadora.