Idade Mídia faz a cobertura da Bett Educar

Os alunos do Idade Mídia, oferecido para a 2.a série, realizaram a cobertura jornalística da Bett, a maior Feira de Educação e Tecnologia da América Latina. Durante os quatro dias de evento, eles foram responsáveis por produzir conteúdo para as mídias sociais da Feira sob o olhar do estudante.

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Como imprensa oficial jovem da exibição -a #Bettnanet-, os alunos puderam percorrer os stands da Feira e criar pautas para serem lançadas tanto no Site, quanto no Twitter e Facebook da Bett. Eles também criaram um Instagram e um Snapchat para complementar a cobertura do evento. Para a preparação, os alunos ainda visitaram o escritório da Bett para uma formação especial de repórteres da Feira.

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“Os alunos tiveram total liberdade para criar o que quisessem, com total independência jornalística; o objetivo era que eles refletissem sobre educação”, destacou o jornalista e mentor do Idade Mídia, Alexandre Sayad.“Uma habilidade que eles desenvolveram lá foi curadoria de informações. A Feira é gigante; eles tiveram que olhar para tudo e pensar: O que disso aqui é importante?”, completou.

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“A experiência foi incrível. Nunca imaginei que fosse participar de um evento assim. Definitivamente ultrapassou minhas expectativas, não só por ter vivenciado uma situação que eu tinha muita curiosidade de saber como era, mas também por ter trazido experiências valiosas para o futuro projeto do Idade Mídia”, concluiu a aluna Isabela Sobrosa.

Aluno e professora participam de Modelo da ONU em Harvard

O estudante Adriano Adoni, da 2.a série, participou do Modelo das Nações Unidas de Harvard, em Cambridge (EUA). A professora Regina Mara, de Geografia, acompanhou o aluno na viagem.

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Prof.a Regina Mara e Adriano Adoni

Foram 4 dias de simulação com escolas do mundo todo discutindo temas tanto de aspectos políticos e econômicos, quanto sociais. Adriano fez parte do comitê de ONGs, que debateu sobre medidas de contenção da Aids na África Subsaariana. Como representante da Oxfam, o aluno também pode participar em outros comitês auxiliando países em questões como o ingresso da mulher no ensino superior.

“Foi muito enriquecedor, não só por que eu consegui desenvolver melhor a minha capacidade de debate, mas também pela vivência e ter conhecido pessoas de todos os lugares do mundo. Todo o corpo estudantil era muito diverso, então eu aprendia muito só de ir almoçar com os outros estudantes”, declarou o estudante.

Para Adriano, a experiência também foi importante para desenvolver independência e entrar em contato com estudantes de Harvard. “Eu sinto que vivi meses nos sete dias que eu estive lá. Eu aprendi muito com a exposição a culturas e pessoas diferentes”, afirmou. “Além disso, eu quero estudar fora, então os diretores do Comitê puderam me dar uma visão de como é a vida na Universidade e como é o processo de aplicação”, acrescentou.

“A experiência foi desafiadora, mas só trouxe benefícios”, contou Regina Mara. “ Os temas eram complexos e de projeção global; poder discutir isso com alunos de excelentes escolas do mundo todo é muito enriquecedor. Essa convivência internacional e exposição a diferentes pontos de vista é o que torna o estudante um cidadão global”, completou.

Eclésia traz discussão sobre temas atuais

Para fechar o curso de Cidadania da 2.a série de Humanas, os alunos realizaram uma Eclésia. No evento, eles discutiram sobre questões políticas e sociais importantes para o cenário brasileiro atual.

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A atividade foi composta por duas rodadas de apresentações das equipes, seguidas de intervenções do público com perguntas e comentários sobre o assunto levantado. Cada rodada foi dividida em questões políticas, questões sociais, educação e corrupção, temas escolhidos pelos próprios estudantes. Dentre as discussões apresentadas estiveram tópicos como machismo no ambiente escolar, intolerância à comunidade LGBT, crise hídrica e Estado laico.

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“As Eclésias refletem as grandes questões nacionais do momento. Sendo assim, o problema da Corrupção teve um peso importante na Eclésia de 2015”, comentou a professora Marina Consolmagno, responsável pelo projeto Cidadania. “Os alunos discutiram não só a corrupção das instituições políticas e das grandes empresas, mas também a corrupção no esporte, além da corrupção que existe no cotidiano dos cidadãos”, acrescentou.

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Durante o ano, os estudantes pesquisaram, refletiram, debateram e escreveram sobre diversas questões relativas aos valores fundamentais para a convivência em uma sociedade democrática, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Constituição brasileira de 1988. Assim, eles constroem uma base tanto para o evento, quanto para a formação acadêmica para a vida universitária e profissional.

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“Muitos alunos iniciam o Curso Cidadania com ideias pré-concebidas  e, ao longo do processo, por meio das atividades de cada bimestre, de pesquisas bem fundamentadas e discussões com os colegas, moderadas pelos professores, aprofundam-se nos assuntos e nas questões da cidadania que constituem seu mundo, a realidade ao seu redor, a ponto de alterar completamente sua opinião, sua perspectiva sobre os fatos. O curso contribui dessa forma para a formação desses jovens como cidadãos”, declarou a professora Karla Somogyi, também participante do Cidadania.

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“No Programa Cidadania, a Eclésia representa justamente o momento principal da participação dos alunos nas discussões propostas durante o ano todo. O objetivo é criar uma cultura do diálogo, da participação do jovem nos problemas cotidianos que exigem uma postura cidadã”, completou Marina.

MONU-EM completa 15 anos

O MONU-EM (Modelo das Nações Unidas para o Ensino Médio) completou 15 anos de existência em 2015. A simulação do 2.o semestre aconteceu em outubro, encerrando o 30.o ciclo do projeto. Além disso, houve uma comemoração para os alunos participantes do projeto, no Anfiteatro.

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Prof.a Regina Mara

Durante um sábado, os estudantes se reuniram para debater sobre “Medidas de contenção do terrorismo no Boko Haram” como delegados de diferentes países no comitê direcionado ao problema na ONU. “A simulação foi um presente, os alunos estavam muito maduros na discussão, preparados para falar sobre o tema, sabiam o que estavam debatendo e como debater”, declarou Regina Mara, Coordenadora do projeto.

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Já a comemoração aconteceu em uma tarde de quarta-feira, dia em que as aulas do projeto ocorrem, e contou com bolo, música e entrega de certificados para os participantes. Ainda como parte da celebração, foi mostrado um vídeo em que alguns dos aproximadamente 1000 alunos que passaram pelo MONU-EM em seus 15 anos de existência falam sobre a importância do projeto para a vida deles.

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“Eu tenho muito orgulho de fazer parte disso. O MONU-EM só vai crescendo e se multiplicando com a mesma força e o mesmo gás do início”, comentou a professora. “O projeto só dá certo porque são os alunos que fazem ele, são eles que falam e se organizam. Os alunos ocupam o espaço de protagonistas e isso é o que faz com que eles se interessem tanto e gostem de participar das aulas e simulações”, acrescentou.

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Para Regina Mara, as expectativas para os próximos anos são “as melhores possíveis”, já que cada vez mais os estudantes se interessam por assuntos internacionais e de política. “O jovem de hoje é globalizado, os alunos gostam de discutir as grandes questões globais que o projeto propõe”, finalizou.

Confira o vídeo produzido em homenagem aos 15 anos de MONU-EM abaixo.

Roteirista da TV Globo realiza oficina no Idade Mídia

Na sexta-feira (dia 14 de agosto), o grupo Idade Mídia recebeu a aclamada roteirista de televisão e cinema Laine Milan. Ela faz parte da série de oficinas que o projeto oferece durante o ano. A turma de estudantes do o Idade Mídia estão em fase de produção de um filme, de roteiro original, que deve ser lançado em novembro.

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Com uma trajetória inspiradora e de sucesso, que reúne experiência em vários campos (a maioria deles relacionados ao cinema), hoje em dia Laine trabalha principalmente como roteirista na elaboração de series para  a televisão.

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Ela teve o cuidado de desenhar uma atividade montada exclusivamente ao Idade Mídia; foi um privilégio para nós”, disse o jornalista Alexandre Sayad, um dos coordenadores do Idade Mídia.

Após explicações de termos básicos usados por roteiristas, Laine começou a bombardear o grupo com perguntas simples, mas desestabilizadoras, que acabariam por guiar não só ela como o grupo ao entendimento e consolidação da história.

O curta-metragem do grupo, que será lançado no final do ano, tem como centro um bartender, que em um momento de alucinação vê cenas que refletem a sua própria vida a partir de outros personagens que visitam seu bar.

O grupo logo percebeu que havia diversas questões a serem respondidas antes da formulação da história, tais como: como será essa pessoa? Azedo, amargurado, depressivo, rancoroso ou  simpático e alegre? E que histórias necessariamente representam a sua vida? Qual é o conflito que ele vive e que será contado no filme? O que leva ele a refletir sua vida? Como as cenas de sua vida serão representadas?

Fazer um curta não parecia ser tão complicado: uma câmera, alguns atores, uma história legal, uma tarde e boa vontade pareciam bastar. Laine nos deu uma ideia de quão complexa será essa trajetória, ao mesmo tempo em que nos mostrou como motivadora e incitante será”, contou a estudante Alexia Finkelstein.

“O roteiro se compara ao encanamento de uma casa”, repetia Laine, citando sua amiga Chris Riera, que dedicou parte da sua carreira na conhecida produtora O2. Durante o encontro, as bases da construção da casa foram erguidas; a lousa acabou cheia de orientações. Agora temos o começo de uma história e os olhos dos integrantes do grupo ficaram brilhando mais ainda”, finalizou a estudante Natália Duarte.

Por: Alexia Finkelstein e Natália Duarte, do Idade Mídia

Publisher da editora Aleph no Idade Mídia

O Idade Mídia recebeu o publisher da editora Aleph, Adriano Fromer. Simpático e muito experiente na área, Adriano veio compartilhar com o grupo suas experiências na área de publicações, além de falar sobre temas importantes como o do e-book, cultura geek e ficção científica. Ele trouxe mais uma abordagem sobre mídia para o grupo de alunos que participa do Idade Mídia e produzirá um produto de comunicação até o final do ano.

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Entre inúmeras recomendações de livros e séries, o publisher contou sobre a trajetória da editora Aleph, fundada por seus pais. Há 10 anos, quando o mercado de ficção científica não aparentava dar retorno no Brasil, a editora decidiu investir nele. “Inovar é o maior risco não só de uma editor, mas de qualquer empresa. Se, por um lado, é necessário se diferenciar dos concorrentes e fazer algo que ninguém ainda fez, por outro, é importante assegurar certo lucro”, conta o convidado. E foi por isso mesmo que sua editora manteve uma linha tradicional de turismo enquanto criava um mercado para a ficção científica.

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A Aleph, porém, não teve tanta dificuldade em ingressar nesse mercado ainda pouco explorado, e a migração entre a linha de turismo e a ficção científica foi mais rápida do que o esperado. Isso porque a “sacada” de lançar livros da ficção científica que estavam a muito tempo esgotados no Brasil, como “2001, Uma Odisseia no Espaço” ou “Neuromancer” – o livro que deu origem a Matrix – garantiu à editora um primeiro período sem concorrência. Além da ficção científica, a Aleph também investee m clásisco da inovação e educação como “Cultura da Convergência”, de Henry Jenkins, e o próprio livro “Idade Mídia”, do jornalista Alexandre Le Voci Sayad.

A editora Aleph, que agora está focando em lançar clássicos da ficção científica, até hoje surpreende com a quantidade enorme de escritores renomados que já trabalharam com ela. “E somos apenas uma empresa de médio porte!”, lembra Adriano.

Não podemos esquecer, contudo de uma grande marca dos livros publicados pela Aleph: suas capas. O publisher garantiu que tem um cuidado especial em sempre manter uma boa aparência para elas. Na época dos e-books, com seus menores preços e praticidade de obtê-los, muitos só compram um livro que julgam bonito para colocar na estante. “O que diferencia os livros físicos em relação aos e-books é o chamado “fetiche dos livros”. É por isso mesmo que devemos ter uma preocupação especial com sua aparência”, afirmou Adriano. Mesmo no processo de publicação do livro, a edição e projeto gráfica da capa têm importância equiparável. Por isso, a Aleph aposta em artistas renomados para desenvolve-la.

Adriano ainda nos deu dicas sobre como publicar um livro. Ao contrário do que muitos pensam, não é só enviar um exemplar do livro para várias editoras: é preciso provar para elas que sua história irá vender. Fazer uma pré-venda no Catarse, ou ainda se lançar na Amazon, em um blog ou em sites como Smashbox podem ser bons caminhos para isso.

A respeito da carreira de publisher, Adriano explicou que não só recebe novos livros como também busca ficções científicas no exterior, para posteriormente traduzir. Após identificar as obras com que irá trabalhar, coordena o processo de revisão, tradução, projeção gráfica da capa, distribuição do livro e renegociação dos contratos, que garantem sete anos de monopólio da editora para exploração de um livro.

Adriano garantiu ainda que ama seu trabalho, e como amante da literatura geek deixou ao grupo algumas recomendações. Confira a lista de títulos  de livros e filmes sugeridos a seguir:

Walter Miller Jr.: Um Cântico para Leigowitz
Arthur C. Clarke: O fim da infância
lWilliam Gibson: Neuromancer
Filme Blade Runner (ciber punk)
Isaac Asimov (melhor autor de ficção científica de acordo com Adriano)
Duna – Frank Herbert(o livro é muito melhor que o filme!)
Arthur C. Clarke: 2001 Uma odisseia no espaço
John Boyne: O palácio de inverno; sobre Rev. Russa.
Ursula K. Le Gin: A mão esquerda da escuridão
Jorge Luis Borges: O Alep

Por Alexia Filkestein, do Idade Mídia

Alunos participam de simulações da ONU

Alunos do Ensino Médio participaram de diferentes simulações da ONU (Organização das Nações Unidas). No final do mês de maio, estudantes da 1.a série realizaram a conferência de encerramento do MONU-EM (Modelo das Nações Unidas para o Ensino Médio) e no feriado de Corpus Christ, alunos da 2.a e 3.a séries participaram do Fórum Faap de Discussão Estudantil, acompanhados pelas professoras Regina Mara e Marina Consolmagno.

Forum FAAP

Fórum FAAP

O MONU-EM é uma atividade realizada no Colégio há 15 anos, uma vez por semestre. Durante o curso, os alunos aprendem como funcionam os orgãos da ONU, realizam debates e são ensinados a redigir documentos de posição, para, no encerramento do projeto, participarem de um dia de conferência que simula uma entidade das Nações Unidas.

MONU-EM

MONU-EM

Este ano, o tema da simulação final foi “Medidas de Contenção do Terrorismo no Boko Haram”. Os estudantes tiveram a oportunidade de debater e criar um documento de resolução para o problema ao final do dia. “ O tema é muito interessante, por ser bem atual. Eles gostam de ver isso e foram muito práticos para discutir a questão”, afirmou Regina Mara, coordenadora do projeto.

Já o Fórum FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado) de Discussão Estudantil reúnes colégios de diversos estados do país para simular diferentes comitês da ONU. “A experiência de modelar com outras escolas, discutir política, argumentar, conhecer pessoas novas é enriquecedora. Eles terminam o feriado cansados mas contentes”, finalizou a professora.

Foram 15 alunos representar o Bandeirantes no Fórum como delegados do Chade e Bélgica em 7 comitês diferentes, como a Assembleia Geral da ONU e o Conselho de Segurança das Nações Unidas. Além disso, o Colégio teve representação na Ong IPEN (International POPS Elimination) no Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento e no Comitê de Imprensa, como Folha de São Paulo.

“Foi gratificante. É bom se reunir com pessoas de mesmos interesses e as discussões ajudam a expandir a visão de mundo”, declarou Laura Cubillas, da 2.a série. Ela ganhou uma menção honrosa como delegada da Bélgica no Conselho Europeu.

Inscrições para o MONU-EM do segundo semestre começam na primeira semana de julho na sala virtual.

Idade Mídia visita Editora Globo

O curso Idade Mídia, focado na comunicação e em seu papel nas diversas áreas de atuação, realizou sua primeira atividade externa na última sexta-feira (27). A fonte de alguns dos mais importantes veículos de comunicação nacionais, a Editora Globo, foi o local escolhido para o encontro passado.  Editora de revistas de circulação nacional, como Época, Quem e Galileu, a Editora Globo deu-se de exemplo para o estudo da área de revistas realizado no curso.

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Os alunos foram recebidos pelo Diretor de Redação e pela Editora da revista Galileu, Gustavo Poloni e Luciana Galastri, que os guiaram pela redação, explicando o processo de criação de uma revista e mostrando todos os títulos que a Editora possui. Pelas baias baixas, era possível ver pilhas e mais pilhas de livros, papéis e todo tipo de material de pesquisa, o que aguçou a curiosidade dos alunos: “É interessante como a criatividade era estimulada pelos ambientes da Galileu tanto por meio de livros quanto de fotos e cores espalhadas pelo ambiente. Não imaginava que o local de trabalho pudesse ser tão descontraído”, surpreendeu-se Natália Duarte, uma das alunas a visitar o local.

photo 1Idade Mídia visita Editora GloboLogo em seguida, o grupo se dirigiu a uma sala separada, onde puderam discutir a situação atual de produções impressas frente à revolução tecnológica vivida nos dias de hoje. O dilema entre o imediatismo exigido pela internet e o aprofundamento dado na revista mensal foi debatido durante o encontro: “Hoje, percebemos que além de conseguir leitores pelo imediato, também conseguimos trazer mais leitores para matérias maiores. Queremos intercalar nosso modelo, fazendo notícias rápidas, que são necessárias de se noticiar naquele momento, e também textos mais longos, mais aprofundados.”, informou Galastri.

photo 4“No passado, se era feita a revista, era feita somente a revista. Porém hoje, no jornalismo, todo mundo tem de ser meio multimídia.”, completou Poloni. A necessidade de se variar o meio da notícia dada foi colocada tanto como vantagem quanto como desvantagem. A primeira, por ser algo prazeroso e divertido de se fazer, enquanto que a segunda, por ser algo mais trabalhoso do que a produção tradicional em papel.

“Eu acho que essas visitas são muito importantes porque nós podemos entrar em contato com profissionais da área e seu ambiente de trabalho. Além de mudar um pouco o cenário dos encontros e fazer com que a gente se sinta realmente envolvido na produção”, avaliou Bianca Rick, outra aluna do curso.

Além de alguns exemplares da revista, os alunos do curso também levaram muito mais de bagagem para casa: o passeio lhes proporcionou uma vivência nova, que abriu suas mentes; um certo conhecimento de como funcionam as redações e de quanto trabalho é empregado para produzir a revista em papel; e uma sede insaciável por mais informações, passeios e palestras, criando uma enorme expectativa para o que virá a seguir no curso.

Texto: Isabelle Stapf, do Idade Mídia
Fotos: Yasmin Erlichman, do Idade Mídia

ICONS fecha ano com conferências internacionais

O ICONS (International Comunication and Negotiations Simulations), curso direcionado para as 2.as séries de Humanas, realizou simulações de conferências internacionais nas últimas semanas. A atividade é organizada pela Universidade de Maryland e conta com a participação de vários países, sendo o Band o único representante brasileiro.

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Durante o ano, os alunos se preparam intensivamente para estas conferências, elaborando propostas específicas em três categorias: Controle de Armamento, Democratização e Direitos Humanos e, por fim, Desenvolvimento Sustentável. Cada grupo, por sua vez, assume o papel de um país; entre eles Brasil, China e Rússia. Neste ano, o interesse por Direitos Humanos cresceu segundo a professora orientadora Fernanda Zuquim.

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As conferências são realizadas em tempo real e são mediadas pelos próprios professores orientadores do curso. Este ano o ICONS contou com novidades: ferramentas como o Facebook e mensagens por meio do aplicativo WhatsApp foram utilizadas para a organização dos grupos.

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Os docentes ressaltaram a qualidade das propostas apresentadas e das negociações feitas pelos alunos. “O maior ganho é o aluno trabalhar em equipe e com opiniões diversas. Dessa forma aprende a ouvir, aprender e lidar com outras culturas”, contou Fernanda Zuquim. “Além disso, eles desenvolvem raciocínio estratégico com base na problematização das questões apresentadas”, acrescentou.

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A aluna Vitoria Lessa contou que a experiência no ICONS foi bem agitada e dinâmica devido aos messes de preparação para a simulação. “Eu sempre me interessei muito por diplomacia, por isso eu achei o curso muito interessante, especialmente a parte de pesquisar e aprender mais sobre outros países e sobre política e economia internacional”, explicou.

Eclésia finaliza curso de Cidadania

Com manifestos e debates, o curso de Cidadania, oferecido às 2.as séries de Humanas do Ensino Médio, foi concluído na Eclésia. Durante o evento, os alunos defenderam suas opiniões em relações aos temas sociopolíticos escolhidos por eles.

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Entre os assuntos, surgiram temas como Educação, Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente e Questões Sociais e Políticas. Ao longo do ano no curso, os alunos são introduzidos à Declaração Internacional dos Direitos Humanos, à Constituição Brasileira de 1988 e às diversas formas de participação política.

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A professora de História Marina Consolmagno afirmou que o Cidadania é um espaço em que os alunos podem trabalhar criticamente diversas questões atuais.

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Professores orientadores do curso

Professores orientadores do curso

“É de extrema importância que os alunos entendam as várias nuances de um mesmo problema”, explicou a Prof.a Marina. “No entanto, eles só entendem isso quando são questionados e é exatamente esta a proposta do curso”, completou.

Após a Eclésia, os estudantes são incentivados a dar sua opinião sobre a experiência em uma pequena avaliação online. O questionário é uma boa oportunidade para que os professores recebam opiniões para melhorar o curso, além dos alunos avaliarem a própria participação.

O estudante Caio de Sandre comentou sobre a importância de um espaço como a Eclésia para que os alunos discutam sobre um tema sociopolítico de seu interesse. “O curso de Cidadania ajudou a despertar em mim um interesse por política e movimentos sociais que quase não existia antes”, contou.