Aluno e professora participam de Modelo da ONU em Harvard

O estudante Adriano Adoni, da 2.a série, participou do Modelo das Nações Unidas de Harvard, em Cambridge (EUA). A professora Regina Mara, de Geografia, acompanhou o aluno na viagem.

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Prof.a Regina Mara e Adriano Adoni

Foram 4 dias de simulação com escolas do mundo todo discutindo temas tanto de aspectos políticos e econômicos, quanto sociais. Adriano fez parte do comitê de ONGs, que debateu sobre medidas de contenção da Aids na África Subsaariana. Como representante da Oxfam, o aluno também pode participar em outros comitês auxiliando países em questões como o ingresso da mulher no ensino superior.

“Foi muito enriquecedor, não só por que eu consegui desenvolver melhor a minha capacidade de debate, mas também pela vivência e ter conhecido pessoas de todos os lugares do mundo. Todo o corpo estudantil era muito diverso, então eu aprendia muito só de ir almoçar com os outros estudantes”, declarou o estudante.

Para Adriano, a experiência também foi importante para desenvolver independência e entrar em contato com estudantes de Harvard. “Eu sinto que vivi meses nos sete dias que eu estive lá. Eu aprendi muito com a exposição a culturas e pessoas diferentes”, afirmou. “Além disso, eu quero estudar fora, então os diretores do Comitê puderam me dar uma visão de como é a vida na Universidade e como é o processo de aplicação”, acrescentou.

“A experiência foi desafiadora, mas só trouxe benefícios”, contou Regina Mara. “ Os temas eram complexos e de projeção global; poder discutir isso com alunos de excelentes escolas do mundo todo é muito enriquecedor. Essa convivência internacional e exposição a diferentes pontos de vista é o que torna o estudante um cidadão global”, completou.

Dialogando com a realidade

Após a simulação de outubro, o Monu-EM conclui mais um ciclo e chega à marca dos 13 anos de trabalho no Colégio. Muito além da prática com discurso e resolução de problemas, os alunos levam para a vida uma concepção abrangente e compreensiva do mundo e de sua realidade.

O tema principal a ser discutido na simulação foi a questão dos Direitos Humanos nos campos de refugiados do Oriente Médio. Apesar de representar uma realidade muito distante da dos alunos, segundo a professora Regina Mara Fonseca, foi possível a abertura de uma discussão bastante frutífera, imersa na realidade debatida.

“Eles são muito dedicados. A parte da pesquisa, do interesse em descobrir mais sobre aquilo que discutirão, vai muito de uma vontade pessoal deles”, explica a

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professora. “Nós ensinamos as regras da simulação, a prática com a fala em público, mas a maior parte do aprendizado eles realizam por conta própria, e sempre temos bons resultados”, completa.

O curso ainda permite a participação contínua depois de sua conclusão: os alunos de anos anteriores podem voltar a participar do Monu-EM como monitores, que buscam guiar e mentorar os ingressantes. Carlos Herculano, no 2o ano do Ensino Médio, participou nesta edição como Monitor Júnior, sendo responsável por ajudar nas pesquisas dos alunos, treinar debates, dentre outras funções. “Fazendo o Monu-EM, antes como aluno e agora como monitor, percebo como a minha capacidade de expressar ideias de maneira clara e objetiva melhorou muito. Nesse aspecto, as aulas de

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oratória foram muito importantes”, comentou.

O feedback sobre o curso acaba vindo não só de alunos que o concluiram, mas também daqueles que, ingressando no universo universitário ou profissional, aplicam o conteúdo aprendido de forma prática. “É sempre bom saber que o curso foi eficaz.

Dá uma felicidade imensa quando nossos ex-alunos vem comentar conosco o quanto o curso os ajudou a exercer suas funções em centros acadêmicos na faculdade ou até no trabalho”, pontua Regina.

“Participar do Monu-Em foi uma decisão da qual nunca me arrependi; no projeto, aprendi a pesquisar de maneira mais aprofundada, a elaborar discursos coerentes e mais persuasivos, mas fundamentalmente, a saber dialogar com o outro, reconhecendo-lhe a sua posição”, explica Ye Lin Kim, ex-aluna, agora estudante de Direito na USP.

Preparando-se para o Fórum Faap

No próximo feriado de Corpus Christi, dias 29 e 30 de maio, acontece o Fórum FAAP, simulação de debate internacional de organismos como o Conselho de Segurança da ONU, a Organização Mundial do Comércio, dentre outros. Mais uma vez os alunos se organizaram, com ajuda da professora Regina Mara, e representarão o colégio na simulação.

Professora Regina Mara e representantes do Bandeirantes no Fórum FAAP 2012

Professora Regina Mara e representantes do Bandeirantes no Fórum FAAP 2012

Para um desempenho frutífero, no entanto, é preciso uma preparação que vai desde o curso do MONU-EM, no 1.o ano do Ensino Médio, até a preparação individual em casa. “São alunos brilhantes. A maior parte da preparação pro Fórum FAAP vem deles mesmos, que pesquisam os temas em casa e se inteiram do contexto que será trabalhado”, conta Regina.

As simulações consistem na representação, pelo aluno, de um diplomata de um país escolhido pela moderação do evento, para que debata sobre temas pertinentes à conferência do organismo escolhido, seja economia, crises internacionais, questões de narcotráfico, entre outros. Preparar-se para esse tipo de evento envolve conhecer, além da política e cultura do país a ser representado pelo aluno,

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toda uma linguagem diplomática, a ética e o comportamento durante as simulações, noções de relações internacionais e oratória, dentre outras habilidades que são trabalhadas no Monu-EM e compreendidas em sala de aula.

“A maioria dos alunos que participa do Fórum veio do Monu- EM. É lá que eles aprendem todas as habilidades e noções que são necessárias pra esses eventos”, explicou. “Além disso, eles sempre se dedicam muito, trazem coisas interessantes para as reuniões e têm um desempenho exemplar. São maravilhosos”, animou-se.

MONU-EM

Aulas

As aulas do MONU-EM ocorrem as quartas-feiras, exceto durante semanas de prova, e são divididas em duas partes. Na primeira metade da aula os alunos assistem a uma exposição teórica de temas conceituais como oratória, estrutura da ONU, política e soberania. Num segundo momento, eles são introduzidos a algum tema atual de abrangência internacional e realizam um mini-fórum de discussão sob os moldes da Organização das Nações Unidas. Cada dupla de alunos constitui a delegação de um país e devem se posicionar durante as discussões afim de representá-lo e defender seus interesses. O objetivo e desenvolver a capacidade dos alunos de expor uma opinião em publico e prepara-los para a simulação de conclusão do curso no fim do semestre.

Simulação (26/05/2012)

O MONU-EM desse ano teve um tema de grande interesse por ser muito atual e afetar a todos: os crimes transnacionais e a questão do narcotráfico. Afim de colocar em prática seus conhecimentos sobre o tema e defender os interesses dos países que estão representando, no final do curso os alunos participam de uma simulação. Nesse dia, os alunos discutiram sobre como seria possível acabar com a produção de drogas, como prevenir que essas chegassem ao seu destino final e como diminuir o consumo. Nesse dia também, alunos que haviam participado de outros anos do Monu-Em apareceram para discutir e ajudar os alunos desse ano. Esses alunos foram cativados pelo projeto e assim sempre querem continuar participando. Os alunos gostam muito da simulação e assim se envolvem bastante nas discussões para que no final do dia cheguem a um consenso sobre o tema e redijam um documento de resolução.

Fórum FAAP (06/06 a 09/06)

O Fórum FAAP é uma simulação de organismos internacionais voltada para alunos do Ensino Médio. Neste ano, cerca de 450 alunos participaram do evento que aconteceu na própria FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado) durante o feriado de Corpus Christi (6 a 9 de junho). Os comitês deste ano foram: Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU); Organização Mundial do Comércio (OMC); Banco Mundial (BM); Escritório das Nações Unidas de Drogas e Crimes (UNODC); Liga dos Estados Árabes (LEA); Conselho Europeu (CE); Rio+20; International Court of Justice (ICJ), sendo este em inglês; e o Comitê de Comunicação, responsável por fazer a cobertura midiática das discussões.

O Colégio Bandeirantes levou 16 alunos, o máximo permitido por delegação. Os estudantes participaram de todos os comitês, com exceção do ICJ, recebendo apenas elogios das mesas moderadoras e professores de outras escolas. Ao cabo dos três dias de simulação, muitos dos alunos lideravam seus respectivos comitês, e 6 dos integrantes da nossa delegação receberam prêmios de melhor delegação.